No dia seguinte tentei falar com ele pelo que tinha dito, comecei a achar que a minha resposta tinha sido demasiado dura, que ele não merecia que o tratasse apenas como meu objecto sexual. Quando cheguei à escola, perguntei se alguém o tinha visto, mas disseram-me que ele não ia à escola, achei estranho, ele não faltava uma vez que fosse, para ele quase seria pecado faltar a alguma aula, e assim foi acontecendo durante os dias seguintes.
Mas finalmente acabei por o encontrar, mas quando me cheguei ao pé dele, virou-me as costas, foi aí que percebi que podia ter estragado tudo, mas não ia desistir assim tão facilmente, por isso logo que o vi entrar na sala de aula, entrei, tinha que falar com ele, pedir-lhe desculpas!
A primeira reacção dele, foi mandar-me embora, mas insisti tanto para que ele me ouvisse que acabou por ceder.
- Anda aqui “baby”, tenho saudades nossas, sabias?
- Foste tu que forçaste esta situação não eu!
- Vá, eu vou fechar a porta, preciso mesmo de ti, preciso de te sentir.
Não sei como, mas ele não resistiu durante muito tempo, fechei a porta, e empurrei-o para cima de uma mesa, estava com vontade de me apoderar dele, como nunca tinha tido antes, comecei a beijá-lo insaciavelmente.
Pus-me em cima dele, e fui despindo-o, até que ele me afastou e disse:
- Aqui? E se alguém nos vê?
- Não penses nisso, anda, já esperei tempo demais.
Foi estranho tive a minha primeira vez com um professor, e numa sala de aula.
Mas durante os minutos que se seguiram não pensei nisso, simplesmente fui dele, e ele meu, excitava-me ouvir a respiração dele a tornar-se mais ofegante, isso trazia mais prazer ao acto, queria mesmo poder gritar ali, mas sabia que se o fizesse seriamos apanhados, por isso ele beijava-me, e tocava-me na cara com toques suaves e carinhosos, para que me sentisse mais confortável.
Aquele vai e vem deve ter demorado uns 30 minutos, mas esses foram os 30 minutos da minha vida que me proporcionaram mais prazer!
Sai da sala, mas a minha vontade não era essa, a minha vontade era ficar ali com ele, poder beijá-lo, mas sabia que seria correr um risco desnecessário.
Esse foi sem dúvida o momento em que sobe que se calhar aquilo não ia ser só uma atracção, mas de certeza não iria ser uma relação, porque até nem queria isso, queria apenas uma relação que me satisfizesse sexualmente, e nada mais.
Durante muito tempo, fazíamos os possíveis para estarmos juntos todos os dias, mesmo que fosse só durante um intervalo, gostava de sentir o perigo de sermos apanhados, gostava de sentir os beijos dele, mas gostava principalmente da maneira como ele me tocava pelo corpo, era uma maneira diferente, bastava ele tocar-me que já me sentia bem, ele fazia-me bem.
Isto foi uma pequena brincadeira que eu e uma amiga quisemos fazer, mas caso queiram seguir a história estão à vontade, prometemos haver sempre momentos excitantes nesta relação impossível. Para que conste todos estes factos são fictícios não existe qualquer momento que seja verídico durante o desenrolar desta história.
domingo, 18 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
2- Morde-me
Outros dias sucederam-se a esse e encontrava-o no corredor, quando isso acontecia era impossível os nossos olhares não se cruzarem, assim que o via lembrava-me do que acontecera na aula anterior e de certa maneira arrependia-me por ter conseguido resistir aos meus impulsos, e depois de um dia inteiro à espera tinha finalmente chegado à hora da aula de Biologia. Estava sem dúvida alguma nervosa, não sabia qual seria a minha reacção, nem a do professor, mas ganhei coragem e entrei na sala, mais uma vez os nossos olhares cruzaram-se, e acho que seria impossível as pessoas à nossa volta não perceberem a atracção física existente entre nós.
Não consigo explicar aquela atracção, mas quando estávamos na mesma sala tornava-se quase impossível mantermo-nos afastados, algo fazia com que estar no mesmo sitio do que ele se torna-se insuportável.
Nas aulas seguintes o mesmo foi sucedendo até que chegou a altura de que ansiava.
Tive que ficar para o final da aula devido a um trabalho qualquer, o importante aqui não é isso, mas quando me aproximei dele, as palavras foram poucas, agarrou-me pela cintura, pôs-me em cima da secretária, e beijou-me de uma tal maneira que fez-me desejá-lo ainda mais. Naquele momento quis tanto apoderar-me dele, quis senti-lo em mim, a maneira como ele me tocava, como me beijava era incrivelmente excitante, mas mais uma vez afastei-o e disse-lhe:
- Desculpa, isto não devia ter acontecido. – Peguei nas minhas coisas e sai de lá.
Não sei que se passou mas sempre que havia algum tipo de aproximação entre nós a vontade de ser possuída por ele, era vencida pelo medo de ser apanhada.
Quando sai da sala, encontrei a mulher dele, não sei se ela percebera o que se tinha passado, mas considerei essa ideia impossível.
Fiquei com a imagem dele a agarrar-me e pôr-me junto a ele durante horas na cabeça, e a vontade de ser dele (de uma maneira estritamente sexual) também tinha perdurado.
Desde então houve uma necessidade de vê-lo, ao princípio achava que estava apaixonada, mas com o passar do tempo apercebi-me que aquilo não passava de uma “relação”, se assim o podemos chamar, que tinha como fim satisfazemo-nos sexualmente e não emocionalmente. Durante esse semestre nunca nos chegamos a envolver ao ponto de fazermos sexo, não que não quiséssemos, mas sim porque algo nos impedia de o fazer.
Comecei a vê-lo quase todos os dias, não estava com ele, mas só o facto de o poder ver, deixava-me satisfeita, quando nos aproximávamos quase conseguia sentir o fluxo sanguíneo a aumentar, fazendo com o meu coração batesse mais rápido, era um sensação estranha, mas que me dava algum gozo.
Ansiava cada vez mais para estar com ele, para poder sentir a sua respiração a afagar o meu rosto, era estranho estar numa sala a envolver-me quase sexualmente com um professor, de certa maneira aquilo era um crime, mas isso trazia mais satisfação à relação, sempre ouvi dizer que o fruto proibido é sempre o mais apetecido, e aquele era o meu fruto proibido, o fruto que desejava possuir.
Ouve uma vez que estivemos juntos, que me marcou em especial, lembro-me como se isso se estivesse a passar neste preciso momento, ele agarrou-me, beijou-me e disse:
- Adoro-te!
- Adoras-me porque as outras não são o teu colchão, e eu sou apenas isso, um colchão para ti.
Naquela altura não sabia bem o que dizer, era estranho ouvi-lo a dizer aquilo, não estava certo, e a resposta que achei mais acertada foi a que talvez nos acabou por afastar.
Não consigo explicar aquela atracção, mas quando estávamos na mesma sala tornava-se quase impossível mantermo-nos afastados, algo fazia com que estar no mesmo sitio do que ele se torna-se insuportável.
Nas aulas seguintes o mesmo foi sucedendo até que chegou a altura de que ansiava.
Tive que ficar para o final da aula devido a um trabalho qualquer, o importante aqui não é isso, mas quando me aproximei dele, as palavras foram poucas, agarrou-me pela cintura, pôs-me em cima da secretária, e beijou-me de uma tal maneira que fez-me desejá-lo ainda mais. Naquele momento quis tanto apoderar-me dele, quis senti-lo em mim, a maneira como ele me tocava, como me beijava era incrivelmente excitante, mas mais uma vez afastei-o e disse-lhe:
- Desculpa, isto não devia ter acontecido. – Peguei nas minhas coisas e sai de lá.
Não sei que se passou mas sempre que havia algum tipo de aproximação entre nós a vontade de ser possuída por ele, era vencida pelo medo de ser apanhada.
Quando sai da sala, encontrei a mulher dele, não sei se ela percebera o que se tinha passado, mas considerei essa ideia impossível.
Fiquei com a imagem dele a agarrar-me e pôr-me junto a ele durante horas na cabeça, e a vontade de ser dele (de uma maneira estritamente sexual) também tinha perdurado.
Desde então houve uma necessidade de vê-lo, ao princípio achava que estava apaixonada, mas com o passar do tempo apercebi-me que aquilo não passava de uma “relação”, se assim o podemos chamar, que tinha como fim satisfazemo-nos sexualmente e não emocionalmente. Durante esse semestre nunca nos chegamos a envolver ao ponto de fazermos sexo, não que não quiséssemos, mas sim porque algo nos impedia de o fazer.
Comecei a vê-lo quase todos os dias, não estava com ele, mas só o facto de o poder ver, deixava-me satisfeita, quando nos aproximávamos quase conseguia sentir o fluxo sanguíneo a aumentar, fazendo com o meu coração batesse mais rápido, era um sensação estranha, mas que me dava algum gozo.
Ansiava cada vez mais para estar com ele, para poder sentir a sua respiração a afagar o meu rosto, era estranho estar numa sala a envolver-me quase sexualmente com um professor, de certa maneira aquilo era um crime, mas isso trazia mais satisfação à relação, sempre ouvi dizer que o fruto proibido é sempre o mais apetecido, e aquele era o meu fruto proibido, o fruto que desejava possuir.
Ouve uma vez que estivemos juntos, que me marcou em especial, lembro-me como se isso se estivesse a passar neste preciso momento, ele agarrou-me, beijou-me e disse:
- Adoro-te!
- Adoras-me porque as outras não são o teu colchão, e eu sou apenas isso, um colchão para ti.
Naquela altura não sabia bem o que dizer, era estranho ouvi-lo a dizer aquilo, não estava certo, e a resposta que achei mais acertada foi a que talvez nos acabou por afastar.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
1- Queres ser o meu robot sexual?
Era o primeiro dia de aulas, e estávamos todos numa excitação para conhecermos os professores, tinha chegado à aula de biologia, e as minhas expectativas, tenho que confessar eram grandes quanto a este professor, algo me dizia, que não iam ser umas aulas quais queres.
Entrei na sala de aula, um quanto hesitante, não sei bem explicar porquê mas quando o vi, algo aconteceu, não foi amor à primeira vista, nada disso, mas quando os nossos olhares se cruzaram houve instantaneamente uma atracção física.
Não foram precisos passarem muitos dias, para que eu percebesse que aquele professor ia ser meu, mas sempre que se aproximava sentia os meus batimentos cardíacos aumentarem, era uma atracção equilibrada mas por vezes tornava-se quase impossível controlar-me dos meus impulsos, essa troca de olhares, e pequenos toques “inofensivos” continuaram, até saber que ele tinha mulher, e estranhamente isso só tornou aquela situação ainda mais excitante.
Estávamos já no final da aula, quando ele chegou-se ao meu pé e diz-me baixinho ao ouvido:
- Preciso de falar contigo Isabel, fica para o final da aula é importante!
Quando ouvi aquelas palavras vindas dele, senti-me estranha, senti um calor invadir-me e apoderar-se de mim, mas como ele tinha me dito, fiquei no final.
No final da aula todos saíram, e só ficamos nós os dois, ele fechou a porta e aproximou-se de mim, queria tanto poder agarrá-lo e beijá-lo, mas sabia que aquilo seria errado, a aproximação continuou, e os segundos em que isso se sucedeu pareciam nunca mais terminar, a minha respiração tornara-se ofegante. Mas sabia que aquilo não se podia passar e afastei-me, apesar de todo o meu desejo dizer-me para continuar, confesso que durante o resto desse dia não pensei em outra coisa a não ser no que se tinha passado naquela tarde, de alguma forma aqueles acontecimentos tinham mexido comigo, despertaram uma parte de mim que até agora desconhecia.
Entrei na sala de aula, um quanto hesitante, não sei bem explicar porquê mas quando o vi, algo aconteceu, não foi amor à primeira vista, nada disso, mas quando os nossos olhares se cruzaram houve instantaneamente uma atracção física.
Não foram precisos passarem muitos dias, para que eu percebesse que aquele professor ia ser meu, mas sempre que se aproximava sentia os meus batimentos cardíacos aumentarem, era uma atracção equilibrada mas por vezes tornava-se quase impossível controlar-me dos meus impulsos, essa troca de olhares, e pequenos toques “inofensivos” continuaram, até saber que ele tinha mulher, e estranhamente isso só tornou aquela situação ainda mais excitante.
Estávamos já no final da aula, quando ele chegou-se ao meu pé e diz-me baixinho ao ouvido:
- Preciso de falar contigo Isabel, fica para o final da aula é importante!
Quando ouvi aquelas palavras vindas dele, senti-me estranha, senti um calor invadir-me e apoderar-se de mim, mas como ele tinha me dito, fiquei no final.
No final da aula todos saíram, e só ficamos nós os dois, ele fechou a porta e aproximou-se de mim, queria tanto poder agarrá-lo e beijá-lo, mas sabia que aquilo seria errado, a aproximação continuou, e os segundos em que isso se sucedeu pareciam nunca mais terminar, a minha respiração tornara-se ofegante. Mas sabia que aquilo não se podia passar e afastei-me, apesar de todo o meu desejo dizer-me para continuar, confesso que durante o resto desse dia não pensei em outra coisa a não ser no que se tinha passado naquela tarde, de alguma forma aqueles acontecimentos tinham mexido comigo, despertaram uma parte de mim que até agora desconhecia.
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